21/07/2013

Um sinal, um aviso? Uma certa atracção pelo basalto

Há símbolos mágicos em Sintra, e não só isso. Evidências de makumbas e missas negras, rituais, satânicos até, rave parties em ruinas manhosas, como perto de Santa Eufémia, 'bruxas' à solta, praticantes de wicca, e demais magias branca e negra.



Aqui, simplesmente, é o símbolo Ómega. O fim. No fim da terra, a ocidente de toda a Europa, um pouco ao norte do cabo da Roca.

Fim da terra? Fim do caminho. Falésias apenas, em basalto negro, 'pianos' imensos de basalto negro, numa zona muito pouco conhecida da costa, junto ao muito justamente chamado Casal dos Pianos, depois do aeródromo da Tojeira. Perto, desagua a Ribeira da Samarra na praia do mesmo nome.


Logo por trás do Ómega corre uma parede alta de basalto, 'pianos' negros, fazem lembrar teclas gigantes, como monolitos em parada guardando um bloco enorme da mesma pedra, algo que sob uma certa luz ou falta dela fará lembrar um solo ou paisagem lunar, ou um cenário do 'Alien'.

Sintra é também isto, no seu lado menos conhecido ou selvagem. Além dessas tais festas ou missas negras, fala-se aqui nesta extensão da costa, de um novo tipo de misteriosos garimpeiros, caras de poucos amigos, bem apetrechados, e que correm à cata de zeólitos pelo meio das 'amígdalas' do basalto. Será? Thomsonite ou Natralite-Ca ou -Sr, procuradas para catalizadores e filtros moleculares. Mas por quem correrá essa gente?

Se entre a Malveira e a Azóia, diz-se, está implantada parte de uma  alta classe russa, o topo de uma certa certa pirâmide vivendo tranquilamente dos rendimentos, aqui, um pouco mais ao norte, há pois pessoas que desbravam agora, noutra vertente, este parque natural Sintra-Cascais. 

A tocar 'piano'. Naturalmente...













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